Nuvem de cinzas de vulcão fecha aeroportos na Itália
Neste domingo, foram os aeroportos do norte da Itália que precisaram ser fechados por conta da nuvem de cinzas do vulcão islandês Eyjafjallajokull, que chega à região. Por volta das 8h (3h no horário de Brasília), teve início o bloqueio de voos, que deve durar até 14h. Estão fechados os terminais Linate e Malpensa, em Milão, além dos de Bérgamo, Turim, Gênova, Bolonha, Verona, Pisa e Florença. Os aeroportos de Veneza, Trieste e Rimini seguem abertos.
Segundo especialistas, a nuvem deve comprometer o espaço aéreo italiano até o fim da tarde. Depois, ela segue em direção aos Bálcãs, Grécia, Alemanha e Áustria. Os voos no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, e no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio, não foram afetados até o momento.
A Eurocontrol, autoridade europeia de aviação, informou que cerca de 40% dos voos entre a Europa e a América do Norte sofreram atrasos ou foram cancelados neste sábado, depois que as cinzas vulcânicas se elevaram até 9,1 quilômetros de altitude e cobriram uma área de dois mil quilômetros.
Na Espanha, os aeroportos reabriram neste domingo, mas o fechamento de 20 terminais no sábado prejudicou cerca de 40 mil passageiros e fez o governo reforçar outros serviços, como os trens. Na França, pelo menos 20 voos foram cancelados. A companhia Ryanair suspendeu partidas e chegadas em Marselha. Já a Easyjet cancelou voos em Nice, no sul do país. Em Portugal, pelo menos 104 voos foram suspensos neste sábado. O aeroporto do Porto, que foi fechado, só deve ser reaberto até o meio-dia deste domingo, segundo o site G1.
No começo da semana, os espaços aéreos da Irlanda, da Irlanda do Norte e partes da Escócia foram afetados pelo problema. No mês passado, nuvens de cinzas vulcânicas vindas da Islândia provocaram o fechamento de aeroportos europeus por seis dias. Cem mil voos foram cancelados e estima-se que a indústria da aviação possa ter sofrido prejuízos de quase US$ 6 bilhões.
Fonte: O Globo
Ozzy Osbourne Padova 05-07-2010
Ozzy Osbourne 05 de julho vai estar na Italia para realizar o seu show em Padova. Sera o único show na terra da bota. Voce nao pode perder esta data incrível, local do show: Villa Contarini in Piazzola sul Brenta, na província de Padova.
Os ingressos já estao disponíveis no site Ticketone e em antecedência custam 50 euros mais taxas. O horário do show esta previsto para as 19:30.
Estes dias também estará disponível na Itália “Estou Ozzy” a versão italiana de “I’m Ozzy, um volume de cerca de 450 páginas enriquecida por muitas fotos e detalhes de Ozzy. “ Io sono Ozzy ” costerà 17.50 euro. “Io sono Ozzy” vai custar 17,50 euros.
Enquanto isso, a esposa do ex-Black Sabbath, Sharon Osbourne, nestes dias, durante uma entrevista disse que a família Osbourne amo a Itália e vamos voltar de férias em Junho:
“No ano passado Ozzy me trouxe para a Itália e gostei tanto que retornamos em junho. O clima, a comida e as pessoas foram fantásticas. Stavolta ci prenderemo uno yacht e andremo a Portofino. Desta vez vamos ter um iate e vamos em Portofino. “É uma alegria “
Lançamento: Ozzy Osbourne «Scream»
Scream é o 10º disco de estúdio de Ozzy e o sucessor de “Black Rain”, lançado em 2007.
Confira abaixo o setlist de músicas
01 – “Let It Die”
02 – “Let Me Hear You Scream”
03 – “Soul Sucker”
04 – “Life Won’t Wait”
05 – “Diggin’ Me Down”
06 – “Crucify”
07 – “Fearless”
08 – “Time”
09 – “I Want It More”
10 – “Latimer’s Mercy”
11 – “I Love You All”
O novo álbum de Ozzy Osbourne tem o lançamento previsto para 15 de Junho.
Fonte: Ozzy
9 de Maio Italia – La Giornata Nazionale della bicicletta
Em 09 de maio em todo o país sediará a primeira edição do Dia Nacional de Ciclismo, uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente para destacar como a mobilidade pode ser uma alternativa ambientalmente saudável e exequível. A bicicleta é sinônimo de saúde, simplicidade e entusiasmo, como o principal meio de locomoção que cada criança recebe em sua vida, um símbolo de respeito pelo ambiente contra a agitação da vida urbana e da poluição, devido à ausência de emissões tóxicas para o ar.
É uma filosofia de vida que vai além do respeito ao físico, mas também procura respeitar o meio ambiente que nos rodeia.
As pessoas sua cidade, muitas vezes presa ao trânsito caótico ea poluição a partir da qual partem durante o fim de semana para “fugir”, mas também um renascimento social do espaço urbano.
Por um domingo diferente a cidade esta pronta para mudar o ar e toda a gente dá um sinal dedicado ao seu território, em seu país em um momento de participação, deixando o carro em casa e colocando em uma bicicleta para participar com sua família, seus amigos de muitos eventos, atividades, eventos a serem organizados em cada cidade para participar do evento.
O Ministério do Ambiente em colaboração com a ANCI e ANCMA é a criação de acordos-quadro com as associações, as associações de ciclistas, com empresas de transporte que cada município serão utilizados e reproduzidos localmente.
Possível nova erupção do Vesúvio preucupa a Itália
A possível erupção do Vesúvio, vulcão próximo a Nápoles, é uma fonte de preocupação para a Defesa Civil italiana, que estuda ampliar a zona considerada de risco e organiza novos planos de evacuação.
Os problemas gerados pela erupção do vulcão islandês Eyjafjallajokull fizeram a Itália lembrar o perigo sempre latente de uma erupção do Vesúvio, no sul do país.
“O Vesúvio é o maior problema da Defesa Civil”, explicou o chefe do organismo, Guido Bertolaso, que tem uma ampla experiência em catástrofes naturais, como o terremoto que devastou a região dos Abruzos em abril do ano passado.
O vulcão está agora no que os vulcanólogos chamam “ciclo de repouso”, o que não quer dizer que não possa despertar de uma hora para outra.
Em março de 1944 o Vesúvio mostrou novamente a sua pior cara, com uma forte erupção que felizmente não causou vítimas, assim como a 1906, as duas únicas erupções registradas no século XX.
Em 1631 a atividade do vulcão causou mais de mil vítimas, embora a pior erupção tenha sido a do ano 79, que deixou dois mil mortos e sepultou as localidades de Pompéia e Ercolano.
Mas a situação mudou desde a última erupção nas bordas do Vesúvio. Em 60 anos a área, chamada de “zona vesuviana” passou de quase desértica para uma das áreas de maior densidade populacional da Europa, devido, sobretudo, à construção em massa de imóveis ilegais.
Bertolaso denunciou que muitas pessoas construíram com o dinheiro público que ganharam para fixar residência em uma área longe da “zona vermelha”, mas alugaram sua casa anterior na encosta.
Na atual “zona vermelha” – sinalizada pela Defesa Civil e que tem um raio de 9,12 quilômetros – há 18 municípios com cerca de 700 mil habitantes.
Atualmente, revelou Bertolaso, se estuda ampliar a área de perigo, por isso que um eventual plano de evacuação poderá incluir cerca de um milhão de pessoas.
O chefe do organismo assegurou que não há porque se alarmar, “que se trata apenas de prevenção”. No último documento da Defesa Civil, do dia 2 de abril, se afirma que “não se registram fenômenos precursores de início de uma possível atividade eruptiva em breve”.
No entanto, a descrição do principal responsável da Defesa Civil da possível erupção do Vesúvio não para por aí: “a explosão do vulcão provocaria uma coluna de fumaça e lixo de 20 quilômetros de altura e a queda das cinzas afetaria uma área que chegaria inclusive ao Lácio”, região do centro da Itália pertencente a Roma.
Além disso, acrescentou, a nova erupção seria acompanhada de terremotos “com consequências comparáveis ao que acontece em L’Aquila ano passado”.
Para a evacuação das pessoas que vivem nas margens do vulcão dormente “teríamos como máximo de tempo à disposição uma semana, talvez menos, três ou quatro dias”, antes que a erupção se transformasse em uma catástrofe.
Há algumas semanas, os cientistas do Observatório Vesuviano e da Universidade Federico II de Nápoles, assim como o pessoal da Comissão de Grandes Riscos, estudam novos planos de emergência.
No documento do dia 2 de abril, a Defesa Civil descreve passo a passo e hora a hora como comportar-se em caso de erupção e como ir evacuando as diferentes zonas: vermelha, amarela e azul.
Também descreve quais serão as localidades dispostas a acolher às centenas de milhares de habitantes que teriam que ser desalojados.
Bertolaso explicou que o órgão também segue prestando atenção à atividade dos 12 vulcões subterrâneos, localizados nos mar Tirreno e no Canal da Sicília.
No entanto, embora o Vesúvio seja o mais conhecido dos vulcões, Bertolaso adverte que o que tem “a escopeta carregada” é o monte Epomeo na ilha de Isquia, no golfo de Nápoles, cuja última erupção foi em 1300, “mas se observou que nestes séculos o cone cresceu 800 metros e está carregando a câmara magmática”.
Crise na Grécia afeta toda Europa
Investidores observam com preocupação os cenários previstos por especialistas, como o de vários países sendo forçados a cortar drasticamente os seus gastos públicos e elevando taxas de juros para poder pagar suas dívidas, ou o de países deixando a chamada zona do euro e provocando uma dissolução da União Europeia.
Outro temor é com as perdas dos bancos que emprestaram dinheiro a esses países, perdas que podem levar a uma nova crise de crédito.
Esses temores se intensificaram no dia 23 de abril, quando a Grécia pediu formalmente ajuda financeira à União Europeia e ao Fundo Monetário Internacional para tirar o país de sua crise de débito.
O país está pedindo até 45 bilhões de euros em empréstimos de emergência aos países da zona do euro e ao FMI neste ano, mas existe a preocupação de o acordo não ser fechado e se vai ser necessária mais ajuda.
No início deste mês, os líderes dos países da zona do euro tinham concordado com um pacote de emergência de 30 bilhões de euros para a Grécia. Mas até que ponto essa ajuda pode resolver a crise?
A BBC preparou uma sessão de perguntas e respostas para ajudar a entender o que está em jogo nessa crise.
Por que a Grécia está nessa situação?
A Grécia gastou bem mais do que podia na última década, pedindo empréstimos pesados e deixando sua economia refém da crescente dívida.
Nesse período, os gastos públicos foram às alturas e os salários do funcionalismo praticamente dobraram.
Enquanto os cofres públicos eram esvaziados pelo gastos a receita era atingida pela alta evasão de impostos, prática generalizada no país.
A Grécia estava completamente despreparada quando chegou a crise global de crédito.
O déficit no orçamento, ou seja, a diferença entre o que o país gasta e o que arrecada, foi, em 2009, de 13,6% do PIB, um dos índices mais altos da Europa e quatro vezes acima do tamanho permitido pelas regras da chamada zona do euro.
Sua dívida está em torno de 300 bilhões de euros (o equivalente a US$ 400 bilhões ou R$ 700 bilhões).
O montante da dívida deixou investidores relutantes em emprestar mais dinheiro ao país. Hoje, eles exigem juros bem mais altos para novos empréstimos.
Essa situação é particularmente preocupante, porque a Grécia depende de novos empréstimos para refinanciar mais de 50 bilhões de euros em dívidas neste ano.
Por que a situação causa tanta preocupação fora da Grécia?
Todo mundo na zona do euro – e qualquer um que negocie com a zona do euro – é afetado por causa do impacto da crise grega sobre a moeda comum europeia.
Teme-se que os problemas da Grécia nos mercados financeiros internacionais provoquem um efeito dominó, derrubando outros membros da zona do euro cujas economias estão enfraquecidas, como Portugal, Irlanda, Itália e Espanha. Todos eles enfrentam desafios para requilibrar suas contas.
Em março passado, a agência de classificação de risco Fitch rebaixou a classificação de Portugal de AA para AA-.
Questões sobre o alto nível das dívidas na Europa foram levantadas em vários países.
O que a Grécia está fazendo quanto a isso?
A Grécia apresentou planos para cortar seu déficit para 8,7% em 2010, e para menos de 3% até 2012.
Para alcançar isso, o Parlamento grego aprovou um pacote de medidas de austeridade para economizar 4,8 bilhões de euros.
O governo quer congelar os salários do setor público e aumentar os impostos, e ainda anunciou o aumento do preço da gasolina.
O governo ainda pretende aumentar a idade para a aposentadoria em uma tentativa de economizar dinheiro no sistema de pensões, já sobrecarregado.
Como essas medidas foram recebidas na Grécia?
De maneira nem um pouco positiva. Houve uma série de protestos no país, alguns violentos. Várias greves atingiram escolas e hospitais e praticamente paralisaram o transporte público.
Muitos servidores públicos acreditam que a crise foi criada por forças externas, como especuladores internacionais e banqueiros da Europa central.
Os dois maiores sindicatos do país classificaram as medidas de austeridade como “anti-populares” e “bárbaras”.
O que acontece agora?
A Grécia precisa de 10 bilhões de euros até o mês que vem para cumprir suas obrigações financeiras.
Com o pacote da UE e FMI, o país deve conseguir levantar essa soma, mas as condições exatas deste empréstimo ainda não foram acordadas.
Se os detalhes foram definidos rapidamente e sem grandes problemas, o país conseguirá pagar sua dívida mais facilmente.
Em teoria, isso deveria proporcionar uma queda nos custos de empréstimo do governo e o euro deveria voltar a se fortalecer, depois de ter sofrido queda nas últimas semanas por causa do medo de a Grécia não conseguir pagar suas dívidas.
A Grécia poderia simplesmente abandonar o euro?
Operadores de câmbio já demonstraram medo de que alguns países com grandes déficits no orçamento – como a Grécia, Espanha e Portugal – possam se sentir tentados a abandonar o euro.
Ao deixar a moeda comum, o país poderia permitir a desvalorização de sua moeda e, assim, melhorar sua competitividade.
Mas isso também causaria grandes rupturas nos mercados financeiros, provocando o medo entre os investidores de que outros países adotassem a mesma estratégia, potencialmente levando ao fim da união monetária.
Mas a União Européia já demonstrou que quer manter a zona do euro unida e descartou a ideia de que países iriam abandonar a moeda.
Como a situação da Grécia se compara a de outros países?
A Grécia não é o único país da zona do euro a violar a regra que afirma que o déficit orçamentário não deve ultrapassar 3% do PIB do país.
Na Grã-Bretanha, que não está na zona do euro, esse déficit chega a 13% do PIB. Na Espanha ele chega a 11,2%, na Irlanda a 14,3% e na Itália a 5,3%.
Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil
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Alonso visita fábrica da Ferrari pela primeira vez

MARANELLO – O piloto espanhol Fernando Alonso fez nesta sexta-feira a sua primeira visita à fábrica da Ferrari, em Maranello, na Itália. Novo contratado da equipe italiana, ele já começou a conhecer as pessoas com quem trabalhará a partir da temporada de 2010 da Fórmula 1.
Como ainda tem contrato até o final deste ano com a Renault, equipe onde disputou as duas últimas temporadas, Alonso só poderá pilotar a Ferrari a partir dos testes de fevereiro. Mas ele já aproveitou para conhecer as instalações da escuderia nesta sexta-feira.
Durante a visita desta sexta-feira, Alonso teve uma reunião com o presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, conheceu alguns funcionários e ainda deu algumas voltas na pista particular da equipe, em Fiorano, com um carro de passeio da própria Ferrari.
Dono de dois títulos da Fórmula 1 – ambos pela Renault, em 2005 e 2006 -, Alonso foi contratado pela Ferrari para substituir o finlandês Kimi Raikkonen. Assim, ele será companheiro do brasileiro Felipe Massa a partir da temporada de 2010 da categoria.





