Atual campeã do mundo e tetracampeã, a Itália carimbou neste sábado o passaporte para a próxima Copa do Mundo. O empate com a Irlanda por 2 a 2, fora de casa, foi o suficiente para a classificação.
Com apenas 8 minutos do primeiro tempo, Whelan abriu o placar para a Irlanda. Porém o argentino naturalizado italiano Camoranesi empatou aos 26.
O fim do segundo tempo foi emocionante, aos 42 minutos, Ledger colocou a Irlanda na frente, mas o gol da classificação veio no acréscimos. Gilardino balançou as redes e garantiu a Italia na Copa.
Os italianos ficaram com 21 pontos do Grupo 8 das Eliminatórias Europeias, foram seis vitórias e três empates em nove partidas. A Irlanda garantiu a classificação na repescagem.
O grupo de empresas Fininvest descartou nesta quarta-feira qualquer possibilidade de vender o Milan (ITA) para cobrir suas dívidas. Ambas as instituições são de propriedade do primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi.
“Em relação às repetidas indiscrições da imprensa, a Fininvest se vê, novamente, obrigada a desmentir, de modo mais peremptório e absoluto, que exista alguma hipótese de venda, mesmo parcial, das cotas do Milan”, disse a holding em nota oficial.
O jornal “La Gazzetta dello Sport” publicou na terça-feira que Berlusconi estaria disposto a mudar de ideia em relação à venda do Milan por conta de nova dívida da Fininvest. A holding foi condenada pela Justiça italiana a pagar indenização de 750 milhões de euros (R$ 1,95 bilhão) por irregularidades na compra de um grupo de mídia.
A notícia resgatou o interesse do empresário albanês Rezart Taçi, que chegou a confirmar proposta de 700 milhões de euros (R$ 1,8 bilhão) pelo clube. O próprio magnata, no entanto, admitiu que não acreditava na venda do Milan.
Anteriormente, a Fininvest já havia desmentido supostas negociações com o presidente da Líbia, Muammar Kadafi, para compra de ações do clube de Milão.
Brasileiro espera equipe para definir ordem dos treino no simulador e o dia em que vai dirigir um F2007
Felipe Massa já está na Itália para a reta final dos treinos de recuperação após o acidente no GP da Hungria, há mais de dois meses. Porém, ele aguarda a chegada da equipe de Fórmula 1 da Ferrari – que retorna de Suzuka, onde aconteceu o GP do Japão – para saber qual será o cronograma e as etapas a cumprir nesta semana.
Felipe Massa posa com um Ferrari 458 na fábrica
O certo é que ele deve começar com treinos no simulador da equipe e exercícios físicos, além de exames médicos. Depois, deve correr com uma Ferrari modelo de 2007 (com pneus de GP2) no circuito de Mugello para testar seus reflexos e sentir o impacto do esforço físico que exige pilotar o carro. Este treino tem chance de acontecer na quinta-feira.
“Finalmente estou de volta à minha casa. Esta é minha segunda família e mal podia esperar para vê-los novamente. Agora posso dizer que estou de volta ao trabalho. Há muitas coisas para fazer, mas estou feliz”, afirmou o piloto, que nos próximos dias deve testar o simulador da equipe.
Ao final disto, ele passará pelo reconhecimento médico da FIA com o médico Gary Hartstein para obter ou não a liberação para retornar à F-1. À princípio, Massa só voltaria nos treinos para a próxima temporada, mas existe a expectativa de ele possa correr no GP de Abu Dabi, no começo de novembro, no encerramento da atual temporada.
Video Oficial da Candidatura do Rio Olimpiadas 2016!
O Rio de Janeiro foi escolhido pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) nesta sexta-feira, em Copenhague, Dinamarca, como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Essa conquista, é necessário dizer, deve-se em grande parte ao trabalho superprofissional de relações públicas desenvolvido há mais de dois anos pelas autoridades brasileiras, especialmente aquelas ligadas ao esporte (Ministério do Esporte, Comitê Olímpico Brasileiro e Itamaraty), com o presidente Lula à frente, juntamente com o governo do estado e da capital.
Às justas comemorações pela conquista da primeira Olimpíada a ser realizada na América do Sul, porém, somam-se as necessárias ações que precisam ser realizadas a fim de que o evento marque uma virada na capital carioca e deixe um legado positivo, para seus habitantes, para o incremento do turismo e ao país.
Entre essas ações, o planejamento é o fator essencial para a realização bem-sucedida dos Jogos Olímpicos 2016, a exemplo do que aconteceu em Barcelona 1992 e vem acontecendo em Londres, em sua preparação para sediar as Olimpíadas 2012. No caso brasileiro, há a feliz coincidência de o Rio de Janeiro ser uma das sedes da Copa 2014 e muitas das obras que serão realizadas para o Campeonato Mundial de Futebol devem necessariamente ser pensadas para aproveitamento nos Jogos Olímpicos, especialmente aquelas ligadas à infraestrutura urbana – de mobilidade urbana (metrô, corredores de ônibus, estacionamentos, entre outros), aeroviária, de portos, de ampliação da rede hoteleira e também esportiva.
Outra questão fundamental a ser resolvida na infraestrutura refere-se ao saneamento, em todas as suas vertentes: água, esgoto, drenagem das águas pluviais e resíduos sólidos, ou seja, coleta e destinação do lixo. Para isso, é absolutamente urgente que as autoridades federais, estaduais e municipais se unam para aproveitar a sinergia entre os dois eventos – Copa 2014 e Olimpíadas 2016 – para eliminar, de uma vez por todas, a poluição da Baía de Guanabara, programa que vem de há quase duas décadas, consumiu mais de 1 bilhão de dólares e não resolveu o problema.
Para isso, além dos necessários investimentos em coleta e tratamento do esgoto urbano e na implantação de interceptores oceânicos, é preciso principalmente a realização de campanhas de esclarecimento que atinjam a população como um todo e impeçam que muitos, como acontece atualmente, joguem lixo na rua, nos córregos e rios, provocando enchentes e toda a sorte de problemas sanitários. Somente com a colaboração dos cidadãos a questão do lixo e da limpeza urbana, com consequências na prevenção de enchentes, poderá ser resolvida.
Esta é a única forma de superar a deficiência crônica do Brasil em planejamento, nas suas diversas esferas de poder (federal, estadual e municipal). Ela vem falhando seguidamente, com os custos decorrentes: obras executadas às pressas, sem projetos detalhados que definam técnicas construtivas, especificações dos serviços e materiais, cronograma de execução e orçamento rigorosos. Exemplo dos problemas originados dessa falta de planejamento foram as obras dos Jogos Pan-americanos de 2007 no Rio de Janeiro. A capital carioca praticamente não se beneficiou dos investimentos realizados.
As obras para a Copa 2014 e as Olimpíadas 2016 são a oportunidade de aproveitar a intensa sinergia entre os dois eventos, mirar os ensinamentos da história recente e reverter esse quadro. Senão, os quase 30 bilhões de reais que são previstos como investimento na preparação para as Olimpíadas podem não ser suficientes ou, pior ainda, não deixar nenhuma consequência positiva para a sociedade.
E, para se ter um bom projeto, é necessário planejar, que significa pensar antes para fazer melhor. E, para se ter bom projeto é necessário respeitar o tempo para a sua elaboração, enfim respeitar a engenharia. Isto porque, como preconiza o Sinaenco, “antes de uma boa obra, existe sempre um bom projeto”.
É preciso trabalhar a partir de agora, ainda com mais afinco, para desenvolver rápida e eficientemente os projetos de cada estádio, praça, rodovia ou aeroporto que precisaremos para 2014 e 2016. Há aqui grave risco para a arquitetura e engenharia de projetos brasileira. Alguns poderão ser tentados a contratar, sem licitação, escritórios estrangeiros, sob a alegação de que estes já têm experiência no projeto de estádios, padrão Fifa ou padrão COI. A justificativa será a de sempre: “como já estamos atrasados, não há tempo a perder com demoradas licitações”.
Não podemos desperdiçar essas raras oportunidades para desenvolver a competência das empresas brasileiras, competência essa que poderá ser exportada nos megaeventos esportivos mundiais, no futuro. Organizar a Copa e as Olimpíadas é um desafio para todos os brasileiros. O principal problema está na infraestrutura. Não podemos correr o risco de fazer a Copa 2014 e as Olimpíadas 2016 e não deixar nenhum resultado importante para as cidades envolvidas. O melhor resultado da Copa 2014 e das Olimpíadas 2016 é o Brasil 2017, o legado positivo desses eventos para nosso país.
Um gol de Wesley Sneijder, já em período de descontos, permitiu ao Inter regressar às vitórias, diante da Udinese (2-1). Um tento muito festejado por José Mourinho, já que a sua equipa parecia condenada ao terceiro «tropeção» consecutivo (depois da derrota com a Sampdória e o empate com o Rubin Kazan).
A partida até começou bem para o Inter, com Stankovic a inaugurar o marcador aos 22 minutos. As contrariedades surgiram três minutos depois, quando Mourinho perdeu Diego Milito por lesão. Logo a seguir a Udinese restabeleceu o empate, por intermédio do inevitável Di Natale (nono golo na Serie A).
O Inter ficou intranquilo e jogou mal, mesmo no segundo tempo. Nem mesmo a entrada de David Suazo agitou a equipa milanesa. A Udinese jogava de forma mais descontraída, à procura dos erros alheios, e a dois minutos do fim teve soberana ocasião para garantir o triunfo. Di Natale apareceu isolado, mas Júlio César negou-lhe o segundo gol. Já em período de descontos apareceu o gol de Sneijder, que recebeu a bola dentro da área, sobre a esquerda, e fez um remate cruzado que só parou no fundo da baliza.
Com este resultado o Inter ascende à liderança da Serie A, mas à condição, já que os adversários directos ainda não jogaram.
No outro encontro disputado neste sábado registou-se uma igualdade a zero entre Bari e Catania.
Sou um brasileiro que mora na Itália mas morre de saudade do Brasil. O que eu estou fazendo aqui? Te respondo fácil: trabalho, jogo uma bolinha com os amigos, viajo por ae quando posso é claro.
Vivendo na Italia traz vários assuntos, entre eles o principal: como é viver na Itália? Eu ainda nao descobri mas prometo a vocês quando eu souber descrever eu postarei!