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Nuvem de cinzas de vulcão fecha aeroportos na Itália

Postado em maio 9th, 2010 em Noticias por Gustavo

Neste domingo, foram os aeroportos do norte da Itália que precisaram ser fechados por conta da nuvem de cinzas do vulcão islandês Eyjafjallajokull, que chega à região. Por volta das 8h (3h no horário de Brasília), teve início o bloqueio de voos, que deve durar até 14h. Estão fechados os terminais Linate e Malpensa, em Milão, além dos de Bérgamo, Turim, Gênova, Bolonha, Verona, Pisa e Florença. Os aeroportos de Veneza, Trieste e Rimini seguem abertos.

Segundo especialistas, a nuvem deve comprometer o espaço aéreo italiano até o fim da tarde. Depois, ela segue em direção aos Bálcãs, Grécia, Alemanha e Áustria. Os voos no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, e no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio, não foram afetados até o momento.

A Eurocontrol, autoridade europeia de aviação, informou que cerca de 40% dos voos entre a Europa e a América do Norte sofreram atrasos ou foram cancelados neste sábado, depois que as cinzas vulcânicas se elevaram até 9,1 quilômetros de altitude e cobriram uma área de dois mil quilômetros.

Na Espanha, os aeroportos reabriram neste domingo, mas o fechamento de 20 terminais no sábado prejudicou cerca de 40 mil passageiros e fez o governo reforçar outros serviços, como os trens. Na França, pelo menos 20 voos foram cancelados. A companhia Ryanair suspendeu partidas e chegadas em Marselha. Já a Easyjet cancelou voos em Nice, no sul do país. Em Portugal, pelo menos 104 voos foram suspensos neste sábado. O aeroporto do Porto, que foi fechado, só deve ser reaberto até o meio-dia deste domingo, segundo o site G1.

No começo da semana, os espaços aéreos da Irlanda, da Irlanda do Norte e partes da Escócia foram afetados pelo problema. No mês passado, nuvens de cinzas vulcânicas vindas da Islândia provocaram o fechamento de aeroportos europeus por seis dias. Cem mil voos foram cancelados e estima-se que a indústria da aviação possa ter sofrido prejuízos de quase US$ 6 bilhões.

Fonte: O Globo

9 de Maio Italia – La Giornata Nazionale della bicicletta

Postado em abril 30th, 2010 em Curiosidades, Itália, Noticias por Gustavo

Em 09 de maio em todo o país sediará a primeira edição do Dia Nacional de Ciclismo, uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente para destacar como a mobilidade pode ser uma alternativa ambientalmente saudável e exequível. A bicicleta é sinônimo de saúde, simplicidade e entusiasmo, como o principal meio de locomoção que cada criança recebe em sua vida, um símbolo de respeito pelo ambiente contra a agitação da vida urbana e da poluição, devido à ausência de emissões tóxicas para o ar.

É uma filosofia de vida que vai além do respeito ao físico, mas também procura respeitar o meio ambiente que nos rodeia.
As pessoas  sua cidade, muitas vezes presa ao trânsito caótico ea poluição a partir da qual partem durante o fim de semana para “fugir”, mas também um renascimento social do espaço urbano.

Por um domingo diferente  a cidade esta pronta para mudar o ar  e toda a gente dá um sinal dedicado ao seu território, em seu país em um momento de participação, deixando o carro em casa e colocando em uma bicicleta para participar com sua família, seus amigos de muitos eventos, atividades, eventos a serem organizados em cada cidade para participar do evento.

O Ministério do Ambiente em colaboração com a ANCI e ANCMA  é a criação de acordos-quadro com as associações, as associações de ciclistas, com empresas de transporte que cada município serão utilizados e reproduzidos localmente.

Possível nova erupção do Vesúvio preucupa a Itália

Postado em abril 29th, 2010 em Noticias por Gustavo

Itália se prepara para uma possível nova erupção do Vesúvio

Itália se prepara para uma possível nova erupção do Vesúvio

A possível erupção do Vesúvio, vulcão próximo a Nápoles, é uma fonte de preocupação para a Defesa Civil italiana, que estuda ampliar a zona considerada de risco e organiza novos planos de evacuação.

Os problemas gerados pela erupção do vulcão islandês Eyjafjallajokull fizeram a Itália lembrar o perigo sempre latente de uma erupção do Vesúvio, no sul do país.

“O Vesúvio é o maior problema da Defesa Civil”, explicou o chefe do organismo, Guido Bertolaso, que tem uma ampla experiência em catástrofes naturais, como o terremoto que devastou a região dos Abruzos em abril do ano passado.

O vulcão está agora no que os vulcanólogos chamam “ciclo de repouso”, o que não quer dizer que não possa despertar de uma hora para outra.

Em março de 1944 o Vesúvio mostrou novamente a sua pior cara, com uma forte erupção que felizmente não causou vítimas, assim como a 1906, as duas únicas erupções registradas no século XX.

Em 1631 a atividade do vulcão causou mais de mil vítimas, embora a pior erupção tenha sido a do ano 79, que deixou dois mil mortos e sepultou as localidades de Pompéia e Ercolano.

Mas a situação mudou desde a última erupção nas bordas do Vesúvio. Em 60 anos a área, chamada de “zona vesuviana” passou de quase desértica para uma das áreas de maior densidade populacional da Europa, devido, sobretudo, à construção em massa de imóveis ilegais.

Bertolaso denunciou que muitas pessoas construíram com o dinheiro público que ganharam para fixar residência em uma área longe da “zona vermelha”, mas alugaram sua casa anterior na encosta.

Na atual “zona vermelha” – sinalizada pela Defesa Civil e que tem um raio de 9,12 quilômetros – há 18 municípios com cerca de 700 mil habitantes.

Atualmente, revelou Bertolaso, se estuda ampliar a área de perigo, por isso que um eventual plano de evacuação poderá incluir cerca de um milhão de pessoas.

O chefe do organismo assegurou que não há porque se alarmar, “que se trata apenas de prevenção”. No último documento da Defesa Civil, do dia 2 de abril, se afirma que “não se registram fenômenos precursores de início de uma possível atividade eruptiva em breve”.

No entanto, a descrição do principal responsável da Defesa Civil da possível erupção do Vesúvio não para por aí: “a explosão do vulcão provocaria uma coluna de fumaça e lixo de 20 quilômetros de altura e a queda das cinzas afetaria uma área que chegaria inclusive ao Lácio”, região do centro da Itália pertencente a Roma.

Além disso, acrescentou, a nova erupção seria acompanhada de terremotos “com consequências comparáveis ao que acontece em L’Aquila ano passado”.

Para a evacuação das pessoas que vivem nas margens do vulcão dormente “teríamos como máximo de tempo à disposição uma semana, talvez menos, três ou quatro dias”, antes que a erupção se transformasse em uma catástrofe.

Há algumas semanas, os cientistas do Observatório Vesuviano e da Universidade Federico II de Nápoles, assim como o pessoal da Comissão de Grandes Riscos, estudam novos planos de emergência.

No documento do dia 2 de abril, a Defesa Civil descreve passo a passo e hora a hora como comportar-se em caso de erupção e como ir evacuando as diferentes zonas: vermelha, amarela e azul.

Também descreve quais serão as localidades dispostas a acolher às centenas de milhares de habitantes que teriam que ser desalojados.

Bertolaso explicou que o órgão também segue prestando atenção à atividade dos 12 vulcões subterrâneos, localizados nos mar Tirreno e no Canal da Sicília.

No entanto, embora o Vesúvio seja o mais conhecido dos vulcões, Bertolaso adverte que o que tem “a escopeta carregada” é o monte Epomeo na ilha de Isquia, no golfo de Nápoles, cuja última erupção foi em 1300, “mas se observou que nestes séculos o cone cresceu 800 metros e está carregando a câmara magmática”.

Crise na Grécia afeta toda Europa

Postado em abril 28th, 2010 em Noticias por Gustavo

Investidores observam com preocupação os cenários previstos por especialistas, como o de vários países sendo forçados a cortar drasticamente os seus gastos públicos e elevando taxas de juros para poder pagar suas dívidas, ou o de países deixando a chamada zona do euro e provocando uma dissolução da União Europeia.

Outro temor é com as perdas dos bancos que emprestaram dinheiro a esses países, perdas que podem levar a uma nova crise de crédito.

Esses temores se intensificaram no dia 23 de abril, quando a Grécia pediu formalmente ajuda financeira à União Europeia e ao Fundo Monetário Internacional para tirar o país de sua crise de débito.

O país está pedindo até 45 bilhões de euros em empréstimos de emergência aos países da zona do euro e ao FMI neste ano, mas existe a preocupação de o acordo não ser fechado e se vai ser necessária mais ajuda.

No início deste mês, os líderes dos países da zona do euro tinham concordado com um pacote de emergência de 30 bilhões de euros para a Grécia. Mas até que ponto essa ajuda pode resolver a crise?

A BBC preparou uma sessão de perguntas e respostas para ajudar a entender o que está em jogo nessa crise.

Por que a Grécia está nessa situação?

A Grécia gastou bem mais do que podia na última década, pedindo empréstimos pesados e deixando sua economia refém da crescente dívida.

Nesse período, os gastos públicos foram às alturas e os salários do funcionalismo praticamente dobraram.

Enquanto os cofres públicos eram esvaziados pelo gastos a receita era atingida pela alta evasão de impostos, prática generalizada no país.

A Grécia estava completamente despreparada quando chegou a crise global de crédito.

O déficit no orçamento, ou seja, a diferença entre o que o país gasta e o que arrecada, foi, em 2009, de 13,6% do PIB, um dos índices mais altos da Europa e quatro vezes acima do tamanho permitido pelas regras da chamada zona do euro.

Sua dívida está em torno de 300 bilhões de euros (o equivalente a US$ 400 bilhões ou R$ 700 bilhões).

O montante da dívida deixou investidores relutantes em emprestar mais dinheiro ao país. Hoje, eles exigem juros bem mais altos para novos empréstimos.

Essa situação é particularmente preocupante, porque a Grécia depende de novos empréstimos para refinanciar mais de 50 bilhões de euros em dívidas neste ano.

Por que a situação causa tanta preocupação fora da Grécia?

Todo mundo na zona do euro – e qualquer um que negocie com a zona do euro – é afetado por causa do impacto da crise grega sobre a moeda comum europeia.

Teme-se que os problemas da Grécia nos mercados financeiros internacionais provoquem um efeito dominó, derrubando outros membros da zona do euro cujas economias estão enfraquecidas, como Portugal, Irlanda, Itália e Espanha. Todos eles enfrentam desafios para requilibrar suas contas.

Em março passado, a agência de classificação de risco Fitch rebaixou a classificação de Portugal de AA para AA-.

Questões sobre o alto nível das dívidas na Europa foram levantadas em vários países.

O que a Grécia está fazendo quanto a isso?

A Grécia apresentou planos para cortar seu déficit para 8,7% em 2010, e para menos de 3% até 2012.

Para alcançar isso, o Parlamento grego aprovou um pacote de medidas de austeridade para economizar 4,8 bilhões de euros.

O governo quer congelar os salários do setor público e aumentar os impostos, e ainda anunciou o aumento do preço da gasolina.

O governo ainda pretende aumentar a idade para a aposentadoria em uma tentativa de economizar dinheiro no sistema de pensões, já sobrecarregado.

Como essas medidas foram recebidas na Grécia?

De maneira nem um pouco positiva. Houve uma série de protestos no país, alguns violentos. Várias greves atingiram escolas e hospitais e praticamente paralisaram o transporte público.

Muitos servidores públicos acreditam que a crise foi criada por forças externas, como especuladores internacionais e banqueiros da Europa central.

Os dois maiores sindicatos do país classificaram as medidas de austeridade como “anti-populares” e “bárbaras”.

O que acontece agora?

A Grécia precisa de 10 bilhões de euros até o mês que vem para cumprir suas obrigações financeiras.

Com o pacote da UE e FMI, o país deve conseguir levantar essa soma, mas as condições exatas deste empréstimo ainda não foram acordadas.

Se os detalhes foram definidos rapidamente e sem grandes problemas, o país conseguirá pagar sua dívida mais facilmente.

Em teoria, isso deveria proporcionar uma queda nos custos de empréstimo do governo e o euro deveria voltar a se fortalecer, depois de ter sofrido queda nas últimas semanas por causa do medo de a Grécia não conseguir pagar suas dívidas.

A Grécia poderia simplesmente abandonar o euro?

Operadores de câmbio já demonstraram medo de que alguns países com grandes déficits no orçamento – como a Grécia, Espanha e Portugal – possam se sentir tentados a abandonar o euro.

Ao deixar a moeda comum, o país poderia permitir a desvalorização de sua moeda e, assim, melhorar sua competitividade.

Mas isso também causaria grandes rupturas nos mercados financeiros, provocando o medo entre os investidores de que outros países adotassem a mesma estratégia, potencialmente levando ao fim da união monetária.

Mas a União Européia já demonstrou que quer manter a zona do euro unida e descartou a ideia de que países iriam abandonar a moeda.

Como a situação da Grécia se compara a de outros países?

A Grécia não é o único país da zona do euro a violar a regra que afirma que o déficit orçamentário não deve ultrapassar 3% do PIB do país.

Na Grã-Bretanha, que não está na zona do euro, esse déficit chega a 13% do PIB. Na Espanha ele chega a 11,2%, na Irlanda a 14,3% e na Itália a 5,3%.

Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil

Grupo de Berlusconi volta a negar venda do Milan

Postado em outubro 7th, 2009 em Futebol Italiano, Noticias por Gustavo

O grupo de empresas Fininvest descartou nesta quarta-feira qualquer possibilidade de vender o Milan (ITA) para cobrir suas dívidas. Ambas as instituições são de propriedade do primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi.

fininvest milan“Em relação às repetidas indiscrições da imprensa, a Fininvest se vê, novamente, obrigada a desmentir, de modo mais peremptório e absoluto, que exista alguma hipótese de venda, mesmo parcial, das cotas do Milan”, disse a holding em nota oficial.

O jornal “La Gazzetta dello Sport” publicou na terça-feira que Berlusconi estaria disposto a mudar de ideia em relação à venda do Milan por conta de nova dívida da Fininvest. A holding foi condenada pela Justiça italiana a pagar indenização de 750 milhões de euros (R$ 1,95 bilhão) por irregularidades na compra de um grupo de mídia.Berluskoni-Rezart Taçi

A notícia resgatou o interesse do empresário albanês Rezart Taçi, que chegou a confirmar proposta de 700 milhões de euros (R$ 1,8 bilhão) pelo clube. O próprio magnata, no entanto, admitiu que não acreditava na venda do Milan.

Anteriormente, a Fininvest já havia desmentido supostas negociações com o presidente da Líbia, Muammar Kadafi, para compra de ações do clube de Milão.

Copa 2014, Olimpíadas 2016 e Brasil 2017

Postado em outubro 4th, 2009 em Brasil, Noticias, esportes por Gustavo

Video Oficial da Candidatura do Rio Olimpiadas 2016!


O Rio de Janeiro foi escolhido pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) nesta sexta-feira, em Copenhague, Dinamarca, como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Essa conquista, é necessário dizer, deve-se em grande parte ao trabalho superprofissional de relações públicas desenvolvido há mais de dois anos pelas autoridades brasileiras, especialmente aquelas ligadas ao esporte (Ministério do Esporte, Comitê Olímpico Brasileiro e Itamaraty), com o presidente Lula à frente, juntamente com o governo do estado e da capital.

Às justas comemorações pela conquista da primeira Olimpíada a ser realizada na América do Sul, porém, somam-se as necessárias ações que precisam ser realizadas a fim de que o evento marque uma virada na capital carioca e deixe um legado positivo, para seus habitantes, para o incremento do turismo e ao país.

Entre essas ações, o planejamento é o fator essencial para a realização bem-sucedida dos Jogos Olímpicos 2016, a exemplo do que aconteceu em Barcelona 1992 e vem acontecendo em Londres, em sua preparação para sediar as Olimpíadas 2012. No caso brasileiro, há a feliz coincidência de o Rio de Janeiro ser uma das sedes da Copa 2014 e muitas das obras que serão realizadas para o Campeonato Mundial de Futebol devem necessariamente ser pensadas para aproveitamento nos Jogos Olímpicos, especialmente aquelas ligadas à infraestrutura urbana – de mobilidade urbana (metrô, corredores de ônibus, estacionamentos, entre outros), aeroviária, de portos, de ampliação da rede hoteleira e também esportiva.

Outra questão fundamental a ser resolvida na infraestrutura refere-se ao saneamento, em todas as suas vertentes: água, esgoto, drenagem das águas pluviais e resíduos sólidos, ou seja, coleta e destinação do lixo. Para isso, é absolutamente urgente que as autoridades federais, estaduais e municipais se unam para aproveitar a sinergia entre os dois eventos – Copa 2014 e Olimpíadas 2016 – para eliminar, de uma vez por todas, a poluição da Baía de Guanabara, programa que vem de há quase duas décadas, consumiu mais de 1 bilhão de dólares e não resolveu o problema.

Para isso, além dos necessários investimentos em coleta e tratamento do esgoto urbano e na implantação de interceptores oceânicos, é preciso principalmente a realização de campanhas de esclarecimento que atinjam a população como um todo e impeçam que muitos, como acontece atualmente, joguem lixo na rua, nos córregos e rios, provocando enchentes e toda a sorte de problemas sanitários. Somente com a colaboração dos cidadãos a questão do lixo e da limpeza urbana, com consequências na prevenção de enchentes, poderá ser resolvida.

Esta é a única forma de superar a deficiência crônica do Brasil em planejamento, nas suas diversas esferas de poder (federal, estadual e municipal). Ela vem falhando seguidamente, com os custos decorrentes: obras executadas às pressas, sem projetos detalhados que definam técnicas construtivas, especificações dos serviços e materiais, cronograma de execução e orçamento rigorosos. Exemplo dos problemas originados dessa falta de planejamento foram as obras dos Jogos Pan-americanos de 2007 no Rio de Janeiro. A capital carioca praticamente não se beneficiou dos investimentos realizados.

As obras para a Copa 2014 e as Olimpíadas 2016 são a oportunidade de aproveitar a intensa sinergia entre os dois eventos, mirar os ensinamentos da história recente e reverter esse quadro. Senão, os quase 30 bilhões de reais que são previstos como investimento na preparação para as Olimpíadas podem não ser suficientes ou, pior ainda, não deixar nenhuma consequência positiva para a sociedade.

E, para se ter um bom projeto, é necessário planejar, que significa pensar antes para fazer melhor. E, para se ter bom projeto é necessário respeitar o tempo para a sua elaboração, enfim respeitar a engenharia. Isto porque, como preconiza o Sinaenco, “antes de uma boa obra, existe sempre um bom projeto”.

É preciso trabalhar a partir de agora, ainda com mais afinco, para desenvolver rápida e eficientemente os projetos de cada estádio, praça, rodovia ou aeroporto que precisaremos para 2014 e 2016. Há aqui grave risco para a arquitetura e engenharia de projetos brasileira. Alguns poderão ser tentados a contratar, sem licitação, escritórios estrangeiros, sob a alegação de que estes já têm experiência no projeto de estádios, padrão Fifa ou padrão COI. A justificativa será a de sempre: “como já estamos atrasados, não há tempo a perder com demoradas licitações”.

Não podemos desperdiçar essas raras oportunidades para desenvolver a competência das empresas brasileiras, competência essa que poderá ser exportada nos megaeventos esportivos mundiais, no futuro. Organizar a Copa e as Olimpíadas é um desafio para todos os brasileiros. O principal problema está na infraestrutura. Não podemos correr o risco de fazer a Copa 2014 e as Olimpíadas 2016 e não deixar nenhum resultado importante para as cidades envolvidas. O melhor resultado da Copa 2014 e das Olimpíadas 2016 é o Brasil 2017, o legado positivo desses eventos para nosso país.

Desemprego na Itália aumenta 7,4% no segundo trimestre de 2009

Postado em setembro 22nd, 2009 em Noticias por Gustavo

desemprego italia

Roma, 22 set (EFE).- A taxa de desemprego na Itália aumentou 7,4% no segundo trimestre em 2009, o nível mais alto desde os primeiros três meses de 2006, informou hoje o Instituto Nacional de Estatística italiano (Istat) em comunicado de imprensa.

Este número supõe um aumento anualizado de 0,7% na taxa de desemprego, já que no mesmo período de 2008 estava situava em 6,7% e um aumento de um décimo de ponto a respeito dos dados oferecidos nos primeiros três meses deste ano.

“Este resultado sintetiza o prolongamento da queda da ocupação autônoma das pequenas empresas, a acentuação da queda dos empregados temporários e a nova redução do número de colaboradores”, explica o Istat na nota.

A oferta de trabalho na Itália no segundo trimestre de 2009 se reduziu em 1% (241 mil unidades menos) em comparação com a qual existia no mesmo período de 2008, enquanto a contração foi de 0,2% se levam em conta os dados dos primeiros três meses do ano.

O número de pessoas empregadas na Itália no segundo trimestre de 2009 também diminuiu, 1,6% (378 mil empregos menos), com relação ao mesmo período de 2008. EFE

Centro da Itália registra terremoto de 4,6 graus

Postado em setembro 20th, 2009 em Noticias por Gustavo

A região italiana de Las Marcas, no centro do país e próxima à zona devastada pelo terremoto do dia 6 de abril, registrou hoje um terremoto de 4,6 graus de magnitude na escala Richter, informou o Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia (INGV) da Itália.

O tremor aconteceu às 5h50 local (0h50 de Brasília) e seu epicentro foi localizado entre as localidades de Montefano e Santa María Nuova, na província de Macerata, na vertente adriática do centro da Itália.

O terremoto, que semeou o medo entre a população da região, aconteceu a 37 quilômetros de profundidade e, por enquanto, as autoridades italianas não sabem se aconteceram danos pessoais nem materiais.

Várias famílias – levadas pelo medo da possibilidade que se pudesse repetir a tragédia que deixou 299 mortos em Abruzos em abril passado – saíram para as ruas ao sentir o solo tremer e realizaram várias ligações aos bombeiros, segundo informaram os meios de comunicação italianos.

Na noite entre segunda-feira e terça-feira passada a região dos montes Apeninos, no norte do país, registrou um terremoto de 4,2 graus, que não provocou danos, mas que também semeou o pânico entre a população

Fonte: Terra

Atentado no Afeganistão mata seis militares italianos e 10 civis

Postado em setembro 17th, 2009 em Noticias por Gustavo

atentado afeganistaoUm ataque a um comboio militar italiano em Cabul nesta quinta-feira matou seis soldados e 10 civis afegãos, tornando-se o quarto maior atentado na capital em cinco semanas.

A explosão, que ocorreu às 12h local (4h30m de Brasília) quando um homem-bomba lançou seu veículo contra o comboio, destruiu janelas de edifícios que estavam a cerca de um quilômetro do carro e sacudiu casas e escritórios da região.

O Talibã reivindicou a autoria do ataque, afirmando em um comunicado um dos extremistas participou do atentado. De acordo com autoridades, além dos mortos há 55 feridos.

Ao ser informado sobre o atentado, o Papa Bento XVI disse estar próximo “às vitimas, às famílias e a todas as pessoas envolvidas”. Os sentimentos do Pontífice foram expressos pelo porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi. “O que fere mais é o fato de que esta violência continue justamente contra pessoas que estão compromissadas com a paz”, declarou.

“Estamos próximos com a oração às vitimas, aos familiares, aos feridos e a todas as pessoas envolvidas neste dramático acontecimento e desejamos que, no final, este sangue possa ser substituído pela paz pela qual tantas pessoas estão comprometidas e estão doando a sua vida”, disse Lombardi em nome de Bento XVI.

O ministro da Defesa da Itália, Ignazio La Russa, que nesta quinta-feira compareceu ao Senado para esclarecer detalhes aos legisladores e à nação sobre o atentado que matou seis italianos no Afeganistão, condenou a ação de “covardes” e “infames” contra as forças de seu país.

“Em um momento doloroso como este, quero rapidamente, antes de qualquer declaração, vir no Parlamento para informar aos parlamentares e ao país as notícias provenientes do Afeganistão”, disse La Russa ao iniciar seu pronunciamento.

O ministro, que disse estar em contato constante com o chefe do Estado-Maior da Defesa, Vincenzo Camporini, também expressou sua “profunda dor pela perda de seis militares e grande solidariedade aos quatro feridos”.

“Aos infames e covardes agressores” que realizaram este ataque, “declaramos que não iremos parar (…). Esta missão continuará”, declarou o titular da pasta da Defesa, que ainda comparecerá hoje à Câmara dos Deputados com informações precisas, após conversar com o comando italiano no país ocupado.

Mas líderes de partidos italianos começaram a questionar a presença de tropas italianas no país. Com as mortes desta quarta-feira, chegam a 21 as baixas italianas no país ocupado.

Ao falar sobre o ataque, o presidente da Comissão das Relações Externas da Câmara dos Deputados da Itália, Stefano Stefani, da Liga Norte, disse que “é necessário estabelecer uma eficaz estratégia de saída do Afeganistão (…). É preciso começar a pensar numa saída estratégica, não sozinhos, mas junto com a comunidade internacional”.

- Há poucos meses da morte do jovem soldado italiano Alessandro Di Lisio, o cenário não muda, mais jovens mortos. Os números deixam claro: são 21 as vítimas italianas que, de 2004 até hoje, sacrificaram as suas vidas em território afegão. É um fato dramático – disse Stefani.

Di Lisio, oficial italiano de 25 anos, morreu em um atentado no dia 14 de julho, perto da cidade de Farah.

Por sua vez, o partido de oposição Itália dos Valores (IDV) pediu ao governo italiano que realize uma consulta “para estabelecer tempos e formas para uma estratégia de saída” do país ocupado.

- Expressamos em nome dos grupos parlamentares da Itália dos Valores o nosso grande pesar as famílias dos soldados italianos vitimas do vil atentado de hoje no Afeganistão e a nossa proximidade de sua dor -disseram ainda o líder do IDV, Antonio Di Pietro, e os líderes do partido na Câmara, Massimo Donadi, e no Senado, Felice Belisario.

Contudo, o ministro do Interior, Roberto Maroni, afirmou que não existe nenhuma hipótese de retirada da missão italiana no Afeganistão, “porque seria uma rendição à lógica do terrorismo”.

- É preciso lembrar que o governo espanhol decidiu há algumas semanas de aumentar seus efetivos no Afeganistão. Em qualquer caso a Itália não pode deixar de se mover de acordo com os aliados e os órgãos internacionais – afirmou o ministro.

As tropas da Itália, atualmente com cerca de 2.800 homens, estão no Afeganistão desde 2004, concentradas principalmente nas cidades de Herat e Cabul. Os soldados mortos hoje faziam parte do 186º Regimento de Paraquedistas Folgore.

Marroquino mata a filha porque ela vivia com italiano

Postado em setembro 16th, 2009 em Noticias por Gustavo

Um marroquino residente no norte da Itália, contrário à relação de sua filha muçulmana de 18 anos com um italiano católico de 31 anos, matou a jovem e feriu o homem, indicou nesta quarta-feira a imprensa italiana.

Dafani el Ketawi, de 45 anos e ajudante de cozinha na região de Pordenone, no nordeste da Itália, parou o carro do jovem italiano, Massimo de Biasio, no qual também se encontrava sua filha Sanaa.

Dafani el Ketawi“Os dois jovens foram imediatamente atacados. Massimo de Biasio não teve tempo nem de sair de carro. Ele levou várias facadas, mas ficou apenas ferido. Sanaa, no entanto, tentou fugir, mas levou várias facadas no pescoço”, escreveu o jornal La Reppublica.

Segundo testemunhos citados pelo jornal, o marroquino já havia ameaçado de morte várias vezes o jovem italiano, que estava há semanas vivendo com Sanaa.

“É um crime horrível, desumano, inconcebível, fruto de uma guerra de religiões”, reagiu nesta quarta-feira a ministra italiana de Igualdade de Oportunidades, Mara Carfagna.

“Acontecimentos horríveis como este nos levam a continuar integrando os imigrantes segundo o modelo italiano, no que cada pessoa é livre para professar sua própria fé; mas para ficar no país eles devem aceitar as regras, inclusive o respeito dos direitos humanos, inclusive o da mulher, e as leis do Estado”, destacou.

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Marroquino mata a filha porque ela vivia com italiano

16/0910:41AFP

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Um marroquino residente no norte da Itália, contrário à relação de sua filha muçulmana de 18 anos com um italiano católico de 31 anos, matou a jovem e feriu o homem, indicou nesta quarta-feira a imprensa italiana.